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web, propaganda, publicidade, marketing, audiovisual
  • Como montar um bom “Plano de negócio”

    Há quem defenda que o ‘Plano de Negócio’, ou, ‘Business Plan’, em inglês, não é essencial para iniciar um negócio. Mas, para quem tem medo de se arriscar em um projeto empírico, ter uma visão mais tangível da ideia é fundamental. E isso só é possível com o PN.

    A elaboração de um BP deve ser feita gradualmente e seguindo passos. Este é um exercício que permite prever as principais variáveis que irão impactar no projeto. O empreendedor não precisa necessariamente estar acostumado com planilhas, pois o importante é tentar estimar o comportamento destas variáveis e, com isso, saber se o negócio dará ou não certo.

    De acordo com colunista da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Carlos Miranda, presidente e fundador do fundo de Private Equity BR Opportunities, o ideal é identificar os grandes grupos que influenciam a vida de uma empresa, separá-los em sub-grupos, e ir, aos poucos, alimentando estes itens para obter alguma previsibilidade.

    As matrizes são: receitas, custos fixos, custos variáveis, tributos, investimentos e capital de giro. Já os sub-grupos devem ser definidos por partes. Na ‘receita’ tente simular e subdividir todos os grupos que gerarão dinheiro para a organização. Delimite o que pretende vender (serviço ou produto) e para qual público. Também estipule o mercado de atuação, seu tamanho e a real demanda pelo serviço ou produto que pretende oferecer.

    “Nessa simulação deve-se estimar também o preço que se pretende praticar e se o mesmo público estaria disposto a pagá-lo. Uma regra importante para um bom plano de negócios é tentar obter a maior quantidade de detalhes possíveis, tais como quantidade de itens, valores unitários, volume de vendas, entre outros”, explica Miranda.

    O próximo passo é estimar os ‘custos fixos’. E, apesar de este passo parecer mais fácil, Miranda garante que normalmente o empreendedor lembra, no meio do processo, de alguns custos que havia esquecido. A dica do especialista é definir custos de acordo com o tamanho da empresa e jamais financiar as vaidades dos sócios.

    O mesmo vale para os ‘custos viáveis’. Eles sempre mudarão conforme o crescimento do negócio e, consequentemente, mexem com a receita. O importante, segundo Miranda, é listar como ocorre esta variação e quando é possível reduzir a relação entre receita e custos.

    Nos ‘tributos’ a recomendação é não buscar nenhuma mágica tributária. Faça o mais simples e correto possível para que este ponto não se torne um entrave de crescimento. Em ‘investimentos’, tente prever toda a estrutura necessária para que a ideia saia do papel. O erro mais comum neste passo é não considerar que o negócio, muito provavelmente, não irá gerar nenhuma receita por um período. Considerar o tempo de ‘seca’ de forma conservadora é fundamental.

    Miranda lembra que muitos esquecem de simular a necessidade de ‘capital de giro’. Este estudo pode ser obtido com uma conta simples: tudo o que se tem para receber no curto prazo menos tudo que se tem para pagar no curto prazo. O tamanho do ‘capital de giro’ varia de acordo com a natureza do negócio, prazos de recebimento e pagamento a fornecedores.

    O ‘capital de giro’ é necessário e tem regras específicas: não deve ser distribuído aos sócios, precisa ser previsto e revisto ao longo da vida da empresa, e carece ser abastecido para não gerar endividamentos.

    “Empreendedores são por natureza seres diferenciados e extremamente otimistas e é aqui que está o maior desafio para elaborar um plano de negócios: ser o mais conservador possível, principalmente na hora de projetar as receitas”, diz. “O otimismo pode voltar, mas só depois do plano estar pronto. Outra coisa importante: investidores ficam mais seguros na medida que percebem nos empreendedores um maior domínio sobre a sua empresa e um maior conhecimento sobre o que pretendem para o futuro e, realisticamente, como chegarão lá”, concluiu.

    Existem diversas formas de elaborar um ‘Plano de Negócio’ e não há uma formatação única ou um padrão para seu desenvolvimento, de acordo com Alexandre Pierantoni, sócio da PwC Brasil, e especialista em Corporate Finance.

  • Dicas para saber se seu computador está infectado

    Mesmo que as regras mais básicas para garantir a segurança do PC sejam cumpridas com rigor, como atualizar com regularidade o sistema operacional, evitar clicar em links suspeitos e ter uma solução antivírus instalada e atualizada, existe o risco de o sistema ser infectado por malware. Porém, nem sempre é fácil saber se o computador está infectado ou não.

    A empresa de segurança digital Kaspersky Lab elaborou uma lista com os dez sintomas mais comuns que indicam que algo malicioso está ocorrendo no computador:

    – Bloqueios inesperados: se alguma vez isto lhe aconteceu, provavelmente já sabe que a tão temida tela azul é sinônimo de que algo vai mal no sistema. Por esse motivo, não perca tempo e analise a plataforma em busca de possíveis infecções.

    – Sistema lento: se o sistema não está executando aplicações que consomem recursos, mas mesmo assim está muito lento, então é possível que esteja infectado com um vírus.

    – Atividade elevada do disco rígido: se a atividade do seu disco é mais alta do que o normal quando o computador está em descanso, é sinal de uma possível infecção.

    – Janelas estranhas: se durante o processo de boot aparecem janelas estranhas que alertam para problemas no acesso a diferentes discos no sistema, pode ser que o computador esteja infectado por malware.

    – Mensagens estranhas: quando o sistema está em execução e aparecem janelas avisando que arquivos ou programas não podem ser abertos, fique atento, esse é outro sinal para um possível ataque de malware.

    – Atividade indevida dos programas: se os programas não respondem, abrem automaticamente ou mostram uma notificação de que uma aplicação está tentando acessar a Internet sem o seu consentimento; então, é possível que um malware esteja atacando a sua máquina.

    – Atividade aleatória de rede: se o roteador piscar constantemente, indicando uma atividade elevada da rede quando não está executando algum programa ou não está acessando altos volumes de dados na Internet, parta do princípio que existe algo errado com o equipamento.

    – Mensagens de e-mail instáveis: os seus e-mails não saem da pasta ao enviar? Os seus contatos recebem mensagens estranhas que você não se recorda de ter enviado? São sinais de que seu sistema está comprometido ou alguém roubou sua senha de acesso ao e-mail.

    – Endereço IP na lista negra: se receber uma notificação dizendo que seu endereço IP está numa lista negra, existem fortes possibilidades de que seu sistema tenha caído nas mãos de criminosos e que passou a fazer parte de uma botnet de spam.

    – Desativação inesperada do antivírus: existem muitos programas maliciosos desenhados especificamente para desativar o antivírus, se encarregue de eliminá-los. Se o seu software de segurança for desativado por auto reconstrução, pode ser um pequeno sintoma de que algo de errado está acontecendo.

  • Dicas de Social Media

    Alguns empreendedores têm dúvidas de como promover sua empresa nas redes sociais. O Facebook, Twitter, Google+ e outros sites similares são excelentes para alavancar negócios, mas, é preciso ter foco e objetivo definidos para alcançar resultados. A maneira como os clientes se relacionam com uma marca nas redes merece atenção e cuidado. Confira abaixo sete dicas valiosas, fornecida por especialistas à Exame, que vão te ajudar a obter sucesso nos canais de comunicação.

    Não ignore comentários

    As redes sociais são espaços de diálogos, por isso é importante estimular a participação e, obviamente, responder aos questionamentos dos usuários. A principal vantagem é ter acesso às críticas e elogios sobre a empresa que não chegariam de forma tão sincera por outros meios. Para Alexandre Suguimoto, presidente da APADi (Associação Paulista das Agências Digitais), se abrir um canal de comunicação esteja preparado para atendê-lo. Caso contrário é melhor nem criar uma conta.

    Defina onde quer estar

    Para Grazielle Mendes Rangel, consultora de inovação digital e coordenadora do curso de Inovação Digital, Planejamento e Estratégia em Redes Sociais do Ibmec/MG, o perfil do consumidor da marca é que vai ajudar o empreendedor a escolher a melhor rede para atuar. O Pinterest, por exemplo, pode ser interessante para empresas que tenham boas fotos de produtos. O presidente da APADi ainda sugere avaliar os sites como se fossem vitrines, e criar contas com nome da empresa para garantir a conta, mesmo que não sejam usadas no futuro.

    Produza conteúdo correto

    As redes sociais são espaços para conteúdos diferentes e não campanhas tradicionais de marketing. O ideal, segundo a coordenadora da Ibmec/MG, é produzir conteúdos que tenham a ver com a marca. Saiba quem é o publico, que tipo de informação é relevante para ele e quais são os valores da empresa. Com estes aspectos definidos, publique temas de interesse do consumidor, e se certifique de que as imagens e textos usados não tenham direitos autorais. Caso contrário, o post pode ser removido da página.

    Foco no planejamento

    Para um dono de uma pequena empresa, montar uma equipe para se dedicar ao gerenciamento das redes sociais pode não ser viável. Mas, ter planejamento e acompanhamento é indispensável. “É um espaço para desenvolver os produtos e monitorar a concorrência. O que acontece nas redes tem que fazer parte da reunião de pauta das decisões estratégicas”, afirma Grazielle.

    Tenha consistência

    Muitas vezes as empresas começam empolgadas nas redes sociais e depois perdem a freqüência de posts. Isso é muito ruim, pois limita a criação de um relacionamento contínuo com os consumidores. Os posts precisam de consistência: nem o excesso e muito menos a escassez são permitidos.

    Crie regras de conduta

    Mensagens desrespeitosas, xingamentos e palavrões são comuns em reclamações de consumidores. O recomendável é criar uma política de utilização da página, informando aos usuários que mensagens com esse tipo de conteúdo não serão aceitas.

    Integre as redes com os outros canais da empresa

    Ter bastante conteúdo nas redes sociais pode ser bom e valorizar a marca, mas não deve ser o único foco do empresário. Não é bom apostar tudo nas redes sociais e substituir até mesmo o site da empresa por uma página no Facebook, por exemplo. De acordo com Grazielle, é importante que exista um alinhamento entre os canais e que cada um tenha um planejamento e papel diferentes, porém, complementares.

  • Vantagens SEO

    Nos artigos anteriores, foi falado sobre o conceito de SEO e depois em um artigo mais prático que teórico, foi falado sobre os fatores que são considerados no pagerank. Mas falamos pouco sobre as reais vantagens de se investir em SEO, ou mesmo de se estudar isso tudo.

    Para entender as vantagens basta lembrar no que consiste as melhorias feitas para aumentar o pagerank de uma página. São melhorias, primeiro internas e estruturais, depois algumas mudanças no conteúdo, de forma a dar mais importância às palavras desejadas, e por fim os links externos, que fogem ao controle do desenvolvedor, mas que se o site for mesmo relevante virão naturalmente.

    Propaganda mais eficiente

    Houve um tempo em que banners funcionavam. Agora uma taxa de 1% de cliques (em relação ao número de acessos) já é absurdamente alta. Geralmente porque banners fogem ao contexto do site, diferente das buscas. Alguém que chega ao site pelo dispositivo de busca está procurando por isso, tem interesse. Pode ser aquele cliente grande, ou um estudante em busca de informações para um trabalho, mas geralmente é o público-alvo do seu site. E as buscas funcionam melhor até mesmo que os links patrocinados, com um custo (geralmente) mais baixo e fixo (por um retorno maior).

    Conteúdo mais atualizado nos dispositivos de busca

    Quanto maior o pagerank geral do site, menor é o tempo entre uma visita e outra dos robôs de busca, que atualizam o conteúdo nos sites de busca, adicionando novos textos, palavras chave, títulos, ou mesmo melhorando o pagerank da página. Isso evita a demora para serem achadas as novas palavras que você tenha inserido, apesar de as páginas ficam no cache dos sistemas, mantendo arquivadas mesmo páginas antigas.

    Otimização do código HTML, Redução de custos, Carregamento mais rápido (uso dos Web Standards)

    No processo de otimização são feitas alterações no código, que geram diminuições do tamanho dos arquivos, pois é removido todo o lixo que há no código (para tornar partes mais relevantes, e facilitar a classificação pelos robôs de busca). Isso gera diminuição no consumo de banda, e do tamanho total do site, gera um carregamento mais rápido, já que os arquivos estão menores e há poucos (ou nenhum) erros no código (melhora considerável, que varia de 30% a 70% a menos de tempo de carregamento no geral) fora as vantagens de ter o código seguindo os padrões.

    Acessibilidade

    Ao se otimizar o site, até robôs de busca conseguem navegar facilmente pelo site (seguindo os links, e lendo o conteúdo sem problemas com frames, tabelas, redirecionamentos por URL, ou conteúdo encriptado em outras mídias) e o usuário também, tornando o site acessível até mesmo para deficientes, e também torna a navegação possível mesmo com o CSS desabilitado.

    Facilidade de alteração no layout

    Geralmente no processo de otimização há a separação do conteúdo e da formatação (mais uma vez para facilitar a definição do que é importante ou não no site) então a criação e implementação de novos layouts (mesmo que não seja o foco de um processo de SEO) fica mais fácil e rápida.

  • Erros que podem detonar seu site

    Trabalhar na criação de websites exige olhos atentos. Seja o próprio site ou o de um cliente, há muitos elementos com que se preocupar, desde o código à interface. É comum que alguns pontos sejam esquecidos e alguns problemas apareçam, o que pode afastar os preciosos visitantes do seu espaço na web. Por isso, reunimos os erros mais comuns:

    – Falta de planejamentos;
    – URL não combina;
    – CMS errado;
    – Falta de visibilidade;
    – Layouts pouco atraentes;
    – Cor errada;
    – Tipografia ruim;
    – Tela branca;
    – Navegação confusa;
    – Site desatualizado;
    – Não localizar seus usuários;
    – Deixar de fazer teste de compatibilidade;
    – Esconder informações importantes;
    – Falta de um mapa de acesso;
    – Menus ruins;
    – Cadastros desnecessários;
    – Página muito lenta;
    – Suporte a navegadores;
    – Menosprezar o potencial de acesso;
    – Não observar o tempo de leitura;
    – Excesso de Flash;
    – Mídias automáticas;
    – Design ultrapassado;
    – Conteúdo mal projetado;
    – Muita leitura e pouco tempo;
    – Texto mal organizado;
    – Plágio;
    – Falta de proteção;
    – Linguagem correta;
    – Recursos avançados;
    – Códigos limpos e validados pela W3C
    – Links quebrados;
    – Redirecionamentos;
    – Títulos das páginas;
    – Falta de responsividade;
    – Desconsiderar o perfil do target;
    – Publicidade Excessiva;
    – Informações sobre o produto;
    – Sistema de busca ineficaz;
    – “Produto indisponível”;
    – Muitos passos até a compra;
    – Falar muito de si.

  • Mal entendidos sobre SEO

    Por ser um novo mercado, a área de SEO tem chamado a atenção de muitas pessoas que ao fazerem alguma pesquisa acabam descobrindo o seu significado e objetivo, mas muito pouco de seu funcionamento. O que normalmente acaba levando-as ao caminho oposto do verdadeiro SEO, criando verdadeiros mal-entendidos sobre o que é SEO e como ele funciona.
    Os mal-entendidos mais comuns são:

    1. SEO só é feito uma vez
      Normalmente, empresas não entendem que otimizar um site é apenas o começo. Mesmo depois do site ter seu design refeito, seu novo conteúdo implementado e a campanha de pay-per-click começarem, um site precisa de trabalho contínuo, conteúdo e monitoração, tanto pelo dono do site ou por uma empresa especializada em SEO.
    2. Black Hat realmente funciona
      A razão deste mito é devido ao fato de empresas que utilizam técnicas black hat SEO continuarem a espalhar isso por aí! Essas táticas podem funcionar bem a curto prazo, porém os algoritmos das máquinas de busca estão cada vez melhores e eles irão detectar o site com black hat. E o grande perigo disso é sites bem posicionados acabarem sendo banidos das máquinas de busca devido a uma empresa que se utiliza dessas técnicas para mostrar resultados a curto prazo sem se preocupar com o futuro ou o site de seu cliente.
    3. Se 5 keywords é bom, 500 é melhor ainda
      Muitas pessoas escutam muito bem quando uma empresa de SEO explica como otimizar o conteúdo de site escolhendo muito bem um conjunto de palavras-chave e frases. Infelizmente, após terem entendido a idéia, acham que não precisam mais da empresa e utilizam estas palavras indefinidamente e infinitamente, o que faz seus leitores correrem de seu site o mais rápido possível. Máquinas de busca realmente atraem pessoas para seu site, mas quando essas pessoas chegam ao site e vêm um conteúdo cheio de spam e sem sentido, elas deixam o site e este perde muitos clientes em potencial. E logo as máquinas de busca irão detectar essa grande quantidade de spam, e não será nada agradável.
    4. Empresas têm acordos com máquinas de busca
      Isto é muito comum de empresas que enganam o cliente ao oferecerem serviços de SEO. Ninguém pode garantir um lugar entre os 10 primeiros sites de uma máquina de busca da noite pro dia, isto requer um enorme trabalho e tempo. Empresas que dizem ter acordos com o Google ou outras máquinas de busca e afirmam conseguir um posicionamento muito alto para seu site estão mentindo. E estás pessoas criam um grande dano para a área de SEO espalhando esse tipo de desinformação.
    5. Uma única tática leva ao alto posicionamento
      Não existe solução única para SEO. Links não são a única resposta, keywords não são resposta,
      links patrocinados não é a resposta e nem outra tática quando usada sozinha. A resposta é usar todas em conjunto para ajudar o site a ser bem posicionado e criar sua marca.
  • Sua empresa no Google Maps

    Google Maps é um serviço de localização utilizando mapas geográficos. Ele permite localizar qualquer lugar através de informações como país, estado, cidade e endereço.

    Esse sistema de localização, até o ano passado, não estava disponível no Brasil, mas agora já podemos utilizar esse serviço. Atualmente ele é oferecido gratuitamente.

    Vamos aprender então a colocar sua empresa no Google Maps seguindo os seguintes passos:

    • Acesse o Business Center do Google Maps.
    • Se já possui uma conta no Google, acesse usando seu login e senha, senão crie uma conta para você e acesse a sua conta.
    • Em seguida aparece o seguinte formulário:
    • Preencha os campos de forma correta. O endereço usado aparecerá nos resultados do no Google Maps.
    • Após preencher, clique em próximo.
    • Na página seguinte, escolha a categoria que sua empresa se encaixa e clique em próximo.
      Nessa página coloque os horários de funcionamento e formas de pagamento de sua empresa. Definido isso, clique em próximo.
    • Coloque fotos ou arquivos de vídeo se quiser. Após isso clique em próximo.
    • Coloque informações adicionais se quiser e depois clique em próximo.
    • Por fim, o Google requer uma forma de contato para fazer a confirmação da inclusão do seu cadastro. Escolha uma opção e clique em Finalizar. Agora é só aguardar o contato do Google.
  • Dúvidas sobre SEO

    Links no footer e na coluna possuem a mesma relevância do que um link no meio do conteúdo?

    A resposta é não. Um link inserido no meio do conteúdo possui uma relevância maior por estar inserido num contexto natural.

    Conteúdo duplicado é passível de punição pelo Google?

    A resposta é não. Quando digo não, são para sites que possui conteúdo próprio e em alguma categoria dele resolve copiar partes de outro site. Ou quando você copia somente um ou dois textos de outro site, que você acha interessante, mas obviamente mencionando a fonte e linkando para ela. Ou quando por algum motivo existem conteúdos duplicados dentro de seu próprio website. Ou quando grande parte de seu conteúdo de determinada página foi copiado de outro site. Simplesmente o Google coloca as páginas como suplemento, não dando relevância para elas. Agora se você usa de má fé, e copia tudo quanto é conteúdo de um site, pode ter certeza que você não conseguirá ficar bem posicionado nas SERPs. É algo natural, se você gostou do conteúdo de alguém, entre em contato com essa pessoa e peça se você pode usar o conteúdo em seu site, coloque um link para essa pessoa, mencionando que ela é a fonte do conteúdo. Muitas pessoas já entraram em contato comigo pedindo para usar determinados artigos aqui do Brasil SEO, e sempre autorizei, pois sempre mencionam que a fonte original é o Brasil SEO.

    Criar um sitemap.xml e submeter no Google pode me ajudar?

    Sim. Você estará facilitando o Google a encontrar todas as páginas do seu site com mais facilidade. Foram feitos testes que comprovam isso.

    Colocar rel nofollow em links não relevantes de seu site pode ajudar?

    Com certeza! Isso ajuda a controlar melhor o seu PageRank interno, dando maior relevância para conteúdos realmente importantes em seu site.

    Diretórios estão caindo de moda. Eles ainda podem ajudar meu site?

    Em alguns casos sim. A maioria dos diretórios perdeu sua relevância, principalmente diretórios pagos. Ainda existem alguns diretórios que podem te ajudar como o business.comyahoo directorybest of the webjoeant eDmoz.

    Qual a melhor maneira de indexar conteúdos novos?

    Sem dúvida é através de um sistema de blogs, como o wordpress (na minha opinião é o melhor sistema de blogs). O sistema de pingback faz com que o artigo que você postou seja indexado em questão de minutos, e se nesse artigo você linka para um conteúdo novo seu, isso ajudará ao Google encontrar mais rápido sua nova página.

    Meta Description tem importância em SEO?

    Muitos SEOs acham que não, o que eu discordo totalmente. Através de vários testes pude observar a mudança nos resultados de busca trocando-se somente a meta description da página. É muito importante mencionar sua palavra-chave principal da página dentro da sua meta description.

    Meta Keywords tem importância em SEO?

    Em SEO não muito. Realmente a maioria dos mecanismos de busca de peso não consideram essa meta tag para posicionamento nos resultados de busca. Ainda sim, alguns mecanismos de busca menores consideram essa meta tag e alguns diretórios usam-na para categorizar. Porém ainda acredito que essa meta tag é muito importante. O que? Como assim? Bom, quando você trabalha a meta keyword com todas as variações de keywords de sua página, você estará englobando tudo que sua página pode oferecer. Quando alguém adiciona sua página nos favoritos utilizando algum mecanismo de bookmakring online, como delicious, as palavras chaves de dentro da meta keywords são colocadas automaticamente dentro desse bookmaking do usuário. O que em vários sites transforma-se em tags, que por sua vez, leva a sua página a ser incluída nos resultados de busca por aquela tag dentro do site. Como você englobou todas as variações que você pode oferecer naquele conteúdo, será muito mais fácil encontrarem o seu site, do que quando você simplesmente não coloca essa meta tag.

    Existe uma densidade ideal para meu conteúdo?

    Não, isso não existe. Apenas tenha um conteúdo onde de maneira natural apareça sua palavra chave, mas não existe um valor que é considerado o ideal. Isso é mito.

    Qual a melhor maneira de se montar um conteúdo?

    Primeiramente, devemos analisar o design do site em geral, ver onde ficará cada tipo de conteúdo, aonde será inserido palavras chaves dentro do layout. Depois é imprescindível que você faça uma análise das variações da palavra chave que você quer trabalhar naquela página. Para isso existem ferramentas como o Google Keyword Tool. Por exemplo, você pode escrever um conteúdo querendo atingir a palavra chave “casas bonitas”, e com esse conteúdo realmente você pode conseguir seu objetivo, mas com uma pesquisa avançada e trabalhando as variações, na mesma página você pode conseguir resultados como “casas bonitas a venda”, “compra de casas bonitas”, “casas bonitas baratas”, fazendo com que você obtenha muito mais clicks em sua página. Opte por dividir seu conteúdo em headlines respeitando a hierarquia das tags Hs, fazendo com que seu conteúdo fique melhor apresentável tanto para usuários, como para mecanismos de busca.

    Quais são as melhores ferramentas para SEO, oferecidas pelo Google?

    Google Webmasters Central – Central do Google para webmasters, onde você tem acesso a diversos dados como: Links internos, Links Externos, Controle de Sitemap.xml, GEO Target, entre outras diversas opções.

    Google Analytics – Controle dos clicks que você recebe, palavras chaves que você tem mais clicks, fonte de onde vem os clicks, dados precisos sobre navegador, resolução, entre outros dados do usuário.

    Google Trends – Compare quantidade de buscas entre palavras chaves, locais onde sua palavra chave é mais procurada, linguagens, etc.

    Google Insight Search – Volumes de Busca, buscas relacionadas mais procuradas, buscas que mais vem crescendo, etc.

    Google Keyword Tool – Análise de variações de palavras chaves, concorrência e volume de buscas dessas palavras chaves.

    Como fazer os clicks dos subominios de um site contarem como parte do dominio dentro do Google Analytics?

    O primeiro passo é excluir os resultados de subdomínio como referral. O Google Analytics por padrão irá incluir cada clique vindo de um subdomínio como referral para seu site. Para excluir:

    1. Criar novo filtro
    2. Filter Type: “Custom filter”
    3. Exclude
    4. Filter Field: “Referral”
    5. Filter Pattern: “.*\.seu\-dominio\.com”
    6. Salve o filtro

    O próximo passo é incluir esses cliques que entram pelo subdomínio como cliques para seu site.

    1. Criar novo filtro
    2. Filter Type: “Custom filter”
    3. Include
    4. Filter Field: “Hostname”
    5. Filter Pattern: “.*\.seu\-dominio\.com”
    6. Salve o filtro

    O último passo é criar novas URL’s para os subdomínios. O que acontece aqui é o seguinte, suponha que você tenha duas páginas com o mesmo nome em 2 subdomínios diferentes, o que vamos fazer é tratá-las como páginas diferentes, caso contrário elas seriam tratadas como a mesma página. Para isso:

    1. Criar novo filtro
    2. Filter Type: “Custom filter”
    3. Advanced
    4. Field A -> Extract A: “Hostname” “(.*)”
    5. Field B -> Extract B: “Request URI” “(.*)”
    6. Output to -> Constructor: “Request URI” “$A1$B1″
    7. Field A Required: “Yes”
    8. Field B Required: “No”
    9. Override Output Field: “Yes”
    10. Salve o filtro

    O Google indexa conteúdo em flash?

    Essa é a pergunta mais comum dos usuários. O fato é que está começando a indexar, ele já consegue identificar alguns textos em flash, mas ainda não está tão aprimorado o algoritmo.

    Como descobrir quais são minhas páginas mais relevantes para determinada palavra-chave?

    Entre no Google e digite: site:www.dominio.com palavra-chave
    o Google mostrará em ordem as páginas que ele considera mais relevantes para a palavra chave digitada. O que abre um leque de possibilidades, por exemplo, que tal linkar as páginas mais relevantes para a página mais relevante. Ou seja, linkar as posições de 2 a 10 para a posição 1, com a palavra chave em questão! Garanto que trará resultados! :)

    Tenho um site com PageRank maior do que meu competidor, mas ele está na minha frente no Google. Por Que?

    Lembre-se que o PageRank, apesar de importante, não é o único fator de posicionamento de um site. Existem ainda no mínimo uns outros 200 pontos para você se preocupar e trabalhar melhor para passar seu competidor.

  • Erros comuns em SEO

    Hoje venho com um post que ajuda quem está começando na área de otimização de sites. Este post visa mostrar 10 erros comuns de se cometer por quem está iniciando na área e ainda não tem um conhecimento muito aprofundado.

    1. Repetição excessiva de palavra-chave: Você não precisa colocar a palavra-chave principal do site, no título, meta-tags e H1 de todas as páginas do seu site. A idéia é que cada página de um site trabalhe uma palavra-chave específica e não o site todo. Em uma página ou outra que seja relevante, isto pode ser feito, mas em todas as páginas não é aconselhável.
    2. Dividir seus esforços em vários domínios: Uma idéia que algumas pessoas pensam trazer resultado, é de que comprar 500 domínios só para colocar links e fortalecer o site principal. Está idéia não funciona mais, se você tentar fazer link farm pode ser punido pelos mecanismos de busca.
    3. Links Recíprocos: Algumas pessoas fazem uso de páginas do gênero “link to us” ou link para nós que tem o fundamento de trocas links entre supostos parceiros. Esse tipo de página pode gerar penalizações. Você pode ter um link para um site que tem link para o seu, mas o propósito do link não pode ser simplesmente a troca, e sim oferecer um conteúdo relevante e complementar ao conteúdo de seu site.
    4. Keyword Stuffing: Ficar repedindo a palavra-chave da sua página uma dúzia de vezes não vai melhorar seu posicionamento para ela, você deve sim ter sua palavra no texto, mas quando escrever texto para seu site, pense nas pessoas que vão ler e não nos buscadores.
    5. Bloquear o acesso dos robôs a conteúdo duplicado: As pessoas bloqueiam o acesso dos robôs dos buscadores á paginas com conteúdo duplicado dos seus sites através do robots.txt. O problema disso é que o link juice (pagerank passado através do link) continua indo para páginas que não são indexadas. O melhor a fazer nesses casos é usar ou redirecionamento 301 ou a nova canonical tag.
    6. Esquecer do sitemap XML: Muitas pessoas que têm site pequeno, acham que não é necessária a submissão do sitemap.xml pois tem poucas páginas a serem indexadas. Mesmo nesses casos a submissão é aconselhável e pode ser feita atráves do google webmaster tools.
    7. Bloquear os robôs ao invés de usar nofollow: Como falado no problema do conteúdo duplicado, simplesmente bloquear uma página no robots.txt que você não considera importante, não é a melhor saída para o problema. Se você não quer que o pagerank seja passado para alguma página, utilize nofollow no link.
    8. Ignorar outros buscadores além do Google: A maioria das pessoas faz otimização de sites pensando no Google, mas nós não podemos esquecer dos outros buscadores como Yahoo e MSN. Pelo menos cadastre seu site no MSN Webmaster Tools e no Yahoo Site Explorer.
    9. Usar o comando link: do Google: O comando link: do Google só mostra alguns links para seu site, e os que são apresentados não são necessariamente os mais importantes. Utilizando a ferramenta para webmasters do google ou o link: do yahoo a precisão é maior.
    10. Links em comentários de blogs: Muitas pessoas colocam links para seus sites em comentários de blog só para conseguir links externos. Na maioria dos blogs o link é nofollow, e mesmo quando não é, o ganho com o link é muito pequeno. Comentar com link, pode ser bom para tráfego mas para link building não tem grande diferença.
  • Como o buscador do Google funciona?

    O Google respondeu à dúvida de um usuário sobre como funciona todo o processo de busca da ferramenta de busca. A explicação foi dada via vídeo no Youtube pelo engenheiro de software da empresa Matt Cutts, que conseguiu resumir tudo em três pontos principais.

    “Existem três coisas necessárias para ser a melhor ferramenta de busca do mundo. Antes de tudo, você precisa vasculhar a internet profundamente. Em seguida, você cria um ranking da importância das páginas e depois retorna apenas as relevantes em primeiro lugar,” afirmou Cutts.

    O segredo, no entanto, é encontrar o balanço perfeito entre a proximidade das palavras, a reputação da página e os links apontando para o site. “Esse é o nosso molho especial”, confessou o engenheiro.

    Para trazer as respostas de buscas mais relevantes possíveis, o Google vasculha a internet constantemente em busca de novidades a fim de atualizar o banco de dados.

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