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web, propaganda, publicidade, marketing, audiovisual
  • 50 tendências para as Mídias Sociais em 2014

    O ano de 2014 promete ser especial. Teremos a Copa do Mundo e as eleições no Brasil, eventos que devem mobilizar opiniões e dominar a conversa na rede mundial de computadores. Cabe perguntar: quais tendências irão marcar o universo e o mercado das mídias sociais num período tão movimentado?

    O Ideas, portal de conteúdo do Scup, empresa de monitoramento de redes sociais, convidou 50 profissionais e estudiosos para refletir sobre essa pergunta e lançar suas previsões, comentários e apostas para 2014. O resultado foi o especial” Scup 50”

    Com o objetivo de gerar um painel rico e diverso de opiniões, uma vasta gama de perfis foi consultada. O Scup Ideas ouviu profissionais de empresas como Bradesco, Nestlé, Philips, Vivo, TAM, Netshoes, Magazine Luiza. A lista também compreende participantes que trabalham em agências como Riot, Ogilvy Brasil, W3haus e CUBOCC. Da mesma forma, foram incluídos profissionais de mídia que atuam em organizações como Editora Globo, Editora Abril e Grupo Estado, consultorias como o norte-americano Altimeter Group, além de professores de instituições como USP, University of Miami, FAAP e IICS.

    Entre os tópicos mais desenvolvidos pelos participantes no “Scup 50”, estão a ascensão dos dispositivos móveis, o ciclo de vida do Facebook, o futuro da publicidade digital, a importância do SAC 2.0 e a evolução da produção de conteúdo pelas marcas.

  • Loja Virtual: Evoluindo com a tecnologia

    O final de ano se aproxima e o aquecimento na compra online ganha cada vez mais força. O e-commerce, antes cercado por desconfianças, está agradando cada vez mais ao brasileiro, por diversos motivos. Como facilidades de compra sem precisar se locomover ou pegar trânsito, no caso das grandes cidades, e também a agilidade na escolha da melhor oferta. Com esta evolução, também cresce a preocupação dos comerciantes com a evolução tecnológica neste seguimento.

    A disponibilidade da loja online depende do data center na internet ininterruptamente, facilitando a vida do usuários. Quando o site ou portal realiza muitas transações – o que envolve um volume considerável de dinheiro – os cuidados e precauções devem aumentar conforme o crescimento do volume de negócios. Na prática, ninguém quer fechar sua loja no meio do expediente impedindo que seus clientes entrem para comprar, ou ainda pior, ninguém quer comprometer a confiabilidade de sua marca deixando os clientes na mão.

    Porém, se por um lado a complexidade de se ter um site com e-commerce diminuiu bastante – em função da diversidade de tecnologias disponíveis e de fácil acesso – por outro, as estratégias para se manter “vivo” na mente do cliente, o negócio e sua marca, são muito mais sofisticadas do que de uma loja física, no mínimo podemos afirmar que são bem diferentes. Essa preocupação recai fundamentalmente sobre a disponibilidade do serviço, a eficiência entregue para o cliente e a acessibilidade dos dados que irão influenciar na decisão de compra. A sensação de segurança também faz parte deste julgamento natural feito pelo cliente, mas a cultura de compra na Internet está cada vez mais enraizada e esta preocupação está se tornando menos importante com o tempo.

    Adotar uma infraestrutura de data center que neutralize estes pontos de preocupação é estratégico para a continuidade do negócio. Ambientes computacionais que permitam escalabilidade, flexibilidade, alta disponibilidade e segurança da informação, que representam o mínimo que pode se esperar do gestor ou técnico de um portal de compras. Mas o que há de novo nisso? Nada. Ainda que à duras penas o gestor destes ambientes técnicos aprenda com erros e acertos que o data center é um caminho inevitável, se ele realmente quiser crescer e construir uma marca.

    Acontece aí uma passagem de nível que muitas vezes é perigosamente postergada por falta de caixa. Isso mesmo, as empresas começam pequenas e não se planejam para o crescimento, se acostumam com o baixo custo de uma infraestrutura amadora que, quando não atende mais, precisa ser substituída por outra que é bem mais cara e complexa, exigindo inclusive a qualificação profissional do gestor técnico. E agora, o que fazer? Sei que preciso de mais se eu quiser continuar prosperando, mas não tenho dinheiro para pagar o upgrade da minha infraestrutura técnica. Um dilema.

    O vCloud Prime, ou simplesmente o Data Center definido por software é a resposta que muitas empresas que estão nesta fase podem encontrar para desfazer este nó. Uma de suas características é que o conceito de compra por servidor é substituído por compra de recursos. Isso faz toda a diferença, porque você pode ser milimetricamente preciso quando compra, ou seja, contrata exatamente o que precisa e devolve automaticamente, se não precisar mais. Isso reduz o custo, pois elimina sobras (estoque) desnecessárias e caras. Com o vCloud Prime o gestor técnico pode inclusive atender às sazonalidades do seu negócio porque a flexibilidade deste ambiente garante os altos e baixos da demanda, chamamos de pay-as-you-go. Outra característica é a possibilidade de gestão autônoma do ambiente de data center nos seus mais específicos detalhes. Em posse de um console de gerenciamento, o gestor técnico tem controle e autonomia sobre todo os ambiente de data center, computação, rede, conectividade, segurança e storage (armazenamento). Essa autonomia é importante para que o gestor técnico atue diretamente na infraestrutura sem precisar de intermediários, além do mais, a sensação de controle sobre o ambiente aumenta muito a confiança da equipe técnica operacional.

    É o momento do e-commerce ser aperfeiçoado, pois é muito provável que os recordes de compras virtuais sejam batidos até depois do natal, pois nunca o brasileiro esteve tão online como agora.

    Por Fábio Alexandre Vieira – Graduado em Ciências da Computação, com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, e diretor executivo da Primehost

    Consulte-nos! Tenha sua loja virtual também!

  • Internet: A extensão de sua empresa

    Mais de 20 anos depois do início do uso comercial da internet, a rede mundial de computadores ainda é entendida como ‘puxadinho’ em boa parte das empresas brasileiras. A afirmação é de Ricardo Pomeranz, global chief digital officer da Rapp, que lança, esta semana, o portal Transformação Digital, que tem como objetivo principal mostrar como e porque as organizações precisam incluir-se de forma estratégica no mundo digital.

    Para explicar sua afirmação sobre o ‘puxadinho’, Pomeranz diz que hoje o marketing de boa parte das empresas ainda aloca “pouca verba’ no digital” – do total dos recursos aplicados em comunicação no País apenas 10% estão direcionados para a internet. A área de vendas também ainda não percebeu a importância do comércio eletrônico, que no Brasil responde por apenas 4% das transações totais. O especialista diz ainda que poucas organizações se atentaram para mais dois outros fatores: as enormes possibilidades oferecidas pela educação à distância para treinamento interno e, também, pela web no desenvolvimento de novos produtos, com a colaboração dos consumidores.

    O novo portal – que apresenta textos, ilustrações e vídeos – inclui diversos temas sobre transformação digital, caso de pequenas e médias empresas; consumidor 2.0; startups; comércio eletrônico; inovação; big data; tecnologia; capacitação digital; liderança digital; marketing digital; dados de mercado; e estudo de casos. E, além disso, Pomeranz analisa de que forma alguns setores econômicos estão lidando com a transformação digital – educação, construtoras, indústria farmacêutica, mercado financeiro, indústria automobilística, varejo,  telecom, mídia e cpg (indústria de bens de consumo).

  • 10 truques para deixar o Facebook bacana

    Existem alguns truques espalhados pelo Facebook que poderiam tonar a experiência dos usuários mais bacana. Nem todos esses recursos estão escondidos, mas podem não ter sido notados, então segue uma lista com dez deles:

    Lista de interesses

    No quesito produtividade, uma das grandes funcionalidades do Facebook. Com isso você pode criar listas co páginas ou pessoas que te interessem. Por exemplo: uma chamada “notícias” em que constam páginas de sites como a Agência Guara; ou outra “acompanhar” com pessoas que você queira seguir de perto.

    Basta clicar aqui para criar uma lista. Ela pode ser pública ou privada.

    Ver o histórico de amizade

    Veja as interações entre você e um amigo clicando na aba “ver amizade” que fica abaixo da foto de capa de cada pessoa. Ali aparecem postagens, fotos, eventos, entre outras coisas. E, caso você esteja em um relacionamento com alguém, clique aqui para ver a página do casal.

    “Outras” mensagens

    Pode haver um monte de mensagens não lidas no seu Facebook, porque tudo o que a rede social julga como não tão interessante vai para a pasta “Outros”. Ela fica aqui, guardando conversas talvez nunca respondidas.

    Veja fotos do jeito antigo

    Nem todo mundo gostou da visualização de fotos e vídeos em formato pop-up do Facebook, mas você pode voltar ao modo antigo apenas recarregando a página da foto/vídeo. Também dá para fazer isso abrindo a foto/vídeo em uma nova aba do navegador.

    Não seja surpreendido com a marcação de fotos

    Ao invés de deixar que qualquer um te marque em uma foto, o que por vezes causa constrangimento, você pode escolher aprovar todas as marcações. Para fazer isso, clique aqui e deixe a opção “Analisar marcações que as pessoas adicionam às suas publicações antes de serem exibidas no Facebook?” ativada.

    Altere o idioma para algo mais divertido

    Há bastante tempo o Facebook incluiu a opção “inglês de piratas” entre os idiomas, e também há o “upside down” que deixa tudo escrito da direita para a esquerda e o “Leet Speak”, uma espécie linguagem de internet. Mas atenção: pode ser bem complicado entender o que está escrito. Se quiser mudar, vá aqui e divirta-se.

    Baixe seus dados

    Também nesta página você encontrará um link para baixar todas as informações sobre si próprio que estão armazenadas na rede social. Ele fica abaixo da opção de idioma, escrito em azul.

    Registro de atividades

    Tudo o que você faz no Facebook fica guardado. Pelo registro de atividades dá para ver o que foi curtido, os comentários feitos e recebidos, fotos marcadas, grupos que você entrou, eventos… tudo. O recurso fica abaixo de sua foto de capa, do lado direito.

    Envie mensagem privada pelo e-mail

    Todo usuário do Facebook possui um e-mail na rede social, isso significa que é possível receber mensagens de Gmail, Hotmail, Yahoo etc. lá dentro. Se quiser enviar uma mensagem assim, basta colocar o nome de usuário do destinatário seguido por @facebook.com e enviar da sua conta tradicional.

    Desligue notificações móveis

    Não quer mais receber notificações no celular ou tablet sobre qualquer coisa que ocorre no Facebook? Siga estes passos: pelo app do aparelho, visite Configurações da conta > Notificações > Push de celular. Então é só desmarcar o que incomoda.

  • Como fidelizar meus clientes?

    As 10 dicas de como fidelizar seu consumidor!

    Existem 10 dicas que podem te ajudar a melhorar a qualidade da sua marca e transformar seus clientes em fãs.

    Para que esses pontos citados no post anterior sejam supridos, segue nossas dicas para fidelizar o cliente:

    1.Conheça bem seu cliente – tenha todos os dados importantes armazenados: nome, contatos, ultimas compras, atendimento e dúvidas… tudo que diz a respeito do seu cliente, assim, quando ele o procurar novamente você o conheça pelo nome e saiba do que ele precisa.

    2.Surpreenda – Você já tem todos os contatos do seu cliente, então, quando houver uma novidade relacionada ao que ele costuma consumir com você, entre em contato com ele e avise. Ele estava esperando um produto que disse que chegaria em breve? Entre em contato e avise que já está disponível! Nem que seja por telefone, mala direta…

    3.Crie programas de fidelidade – Seja cupons de desconto para próxima compra, cartão de fidelidade… Tudo isso conta!  Posso te dar um exemplo bem simples que funciona (serve para todos os tamanhos de negócio). Vamos supor que você goste de Temaki e quando o compra, ganha um cartão carimbado dizendo que se você consumir mais 9 você leva um grátis! Esse é um tipo de fidelização, afinal, você compraria em outra Temakeria sabendo que poderia juntar para comer um de graça? Bem provável que não!

    4.Cumpra o que prometeu – Não perca a credibilidade de seu consumidor, ele precisa confiar na sua palavra. Então se prometeu, cumpra. Afinal cliente cobra quando você diz que fará ou dará algo e no final você não fizer e isso fica feio para caramba pra você. Pense assim, quando você ofereceu algo e fez, o ‘cara’ que comprou de você vai falar para os 5 melhores amigos. Agora se você prometeu pra ele e não cumpriu então ele vai falar para os 1789 amigos do Facebook, para os 574 do Twitter e mais 271 do G+! Sem contar para aquela galera que ele encontra na rua. Então, tome muito cuidado. Senão puder fazer, melhor nem falar.

    5.Crie meios de comunicação que funcionem – Não adianta passar um número de telefone que seu cliente não é atendido, um e-mail que não é respondido, um endereço que ele não te ache. Isso é complicado e pode atrapalhar muito. Afinal, você como cliente quer ser atendido com eficiência, não é mesmo?

    6. Organização – Mantenha todas as informações armazenas e organizadas, se possível, virtualmente. Convenhamos, é até mais bonito! Sem falar de manter seu ambiente sempre limpo, arrumado. Você também é a cara do seu negócio por isso, atenção: procure sempre estar bem arrumado (não digo usar terno e gravata se você não precisar, ou super maquiada e produzida como se fosse para um grande evento). Seu negócio é online? Então procure manter um layout agradável de ser, clean e principalmente funcional.

    7.Agrade o cliente – Qual experiência você proporcionou ao cliente? Trate bem o cliente, atenda de forma personalizada, afinal nem todos procuram seu produto/serviço por preço. Existem outras coisas importante além disso como conveniência, facilidade de encontrar seu serviço e ter um suporte… o que você pode fazer no seu negócio que agrade seu cliente? Isso só mostra que você se importa em tê-lo, o que é primordial.

    8.Identifique os problemas, defeitos e falhas – O que os clientes reclamam quando entram em contato com você? Descubra, identifique e corra atrás para corrigir. Afinal, nem todos os clientes reclamam, alguns simplesmente vão te abandonar.

    9.Seja solucionador de problemas – Apareceu algo relacionado ao seu produto/serviço que está atormentando seu cliente? Esteja disposto a resolver a situação. Não existe nada pagar pra ter um produto ou serviço e quando mais precisar de ajuda ser deixado de lado pela empresa. E essa é uma das causas que mais tiram a paciência do cliente, ele entende que foi enganado porque na hora de comprar teve um excelente atendimento e no pós venda quando ele mais precisa de ajuda, a “marca” virar as costas para ele. Não adianta fazer todas as outras coisas que mostramos aqui se você não der importância nessa.

    10. Crie valor para sua marca – Nos dias de hoje cada vez mais pessoas procuram status para comprar. Criar valor para seu negócio é uma solução para isso. Todos sabem o valor de uma BMW, de um Apple, de uma Brastemp e por aí vai. Criar valor não é da noite pro dia, mas depende de toda uma construção e manutenção de manutenção. O próprio boca-a-boca vai ajudar a criar esse valor se você tiver disposto a seguir todas essas dicas.

  • O que você precisa saber sobre SEO

    O SEO, otimização para buscadores, está com tudo. Cada vez mais empresas e internautas buscam estratégias para colocar seus sites no topo do ranking do Google, Bing e outros serviços semelhantes. O objetivo é aparecer na frente dos concorrentes e conseguir mais, ou, quem sabe, clientes.

    Para ajudar organizações e internautas a emplacar um bom espaço nos buscadores, separamos 5 dicas valiosas e um glossário de ‘Search Engine Optimization’ com termos essenciais para quem quer aprender mais sobre a técnica. Veja abaixo.

    Dicas:

    1 – Conheça seu público-alvo

    Não comece um projeto de SEO no escuro. Faça um plano de marketing digital e procure conhecer o comportamento do seu público-alvo. Onde estão as pessoas que te interessam? Quais redes sociais elas usam? Que tipos de palavras-chave elas buscam? Quais são seus principais interesses? A partir destas respostas é possível definir o tipo de conteúdo que irá produzir.

    2 – Analise sua concorrência e estude seu nicho de atuação

    Verifique o cenário que está inserido e faça uma análise SWOT para definir as fraquezas, forças, oportunidades e ameaçar que poderá encontrar.

    3 – Pense em projetos para dispositivos móveis

    A projeção é que em 2015 mais de 100 milhões de pessoas usem a internet móvel. Será primordial ter um site acessível e amigável para dispositivos móveis.

    4 – Personalize resultados com a geolocalização

    As integrações de redes sociais com geolocalização pode influenciar clientes em potencial.

    5 – Torne a navegação de seu site mais intuitiva

    Mantenha as informações do seu site organizadas e simples de serem encontradas. O Google privilegia páginas que tem uma boa arquitetura de informação. O conteúdo deve ser distribuído por categorias e subcategorias, facilitando a navegação.

    Glossário

    Algoritmo do Google: Uma equação matemática que pondera vários fatores para chegar aos resultados das buscas, transformando perguntas em repostas ordenadas por ordem de relevância.

    Black hat: Técnicas de SEO não condizentes com a política do Google, e que tentam driblá-la. Quando o buscador descobre que o site “não é tudo aquilo”, pode bani-lo dos resultados de suas buscas por um tempo.

    Busca orgânica: Resultados para pesquisas no Google que são apresentados conforme critérios avaliados como relevantes pelo algoritmo do buscador, sem envolver pagamento por parte dos sites.

    Palavras-chave: Termos relacionados a determinado assunto, que são pesquisados com maior frequência por internautas que procuram resultados para aquele tema.

    SEO: Conjunto de estratégias, técnicas e ferramentas empregadas para melhorar o posicionamento de um site na busca orgânica do Google, fazendo com que seu endereço seja um dos primeiros a aparecer.

    Conversão: Porcentagem que permite quantificar o número de visitantes, sobre o total do tráfego, que de fato se transformou em consumidor para aquele conteúdo, gerando receita, direta ou indireta, para o proprietário do site.

    White hat: Técnicas confiáveis de aplicação de SEO, que estão alinhadas com as leituras do algoritmo do Google. É a forma segura de ganhar a preferência do buscador.

  • Li-Fi: internet pela lâmpada

    Um grupo de pesquisadores chineses teve a brilhante ideia de transformar lâmpadas comuns em emissoras de sinais de wi-fi. Chamada de “Li-Fi”, a tecnologia supera muito a velocidade média da conexão mundial de 3,3 mbps. Será o começo do fim dos roteadores nas casas?

    Nos testes, a frequência da luz se mostrou muito mais eficiente do que as ondas de rádio e, segundo os cientistas, conecta até quatro computadores simultaneamente. A lâmpada é equipada com um microchip que emite sinais a taxa de 150 mbps, oito vezes mais rápida do que a média do pico de conexão no Brasil, calculada em 18,7 mbps.

    A “Li-Fi” destaca-se também por ser acessível e de baixo custo, o que deve facilitar sua expansão em um mercado gigantesco como a China, onde 600 milhões de pessoas usam a internet todos os dias. A primeira demonstração pública da tecnologia, marcada para novembro, servirá para acertar detalhes técnicos.

  • Dê atenção às oportunidades nas redes sociais

    Muitos gestores querem saber como utilizar bem as redes sociais, como a sua empresa pode se posicionar, o que devem ou não fazer. Costumamos dizer que as redes sociais têm basicamente três propósitos:

    1º – Funcionar como um termômetro de como seu público em geral enxerga sua marca e produtos. Isso ajuda a posicionar-se e caminhar com um pouco mais de luz. Diferente de uma pesquisa formal, onde os entrevistados são questionados intencionalmente e com um objetivo final, nas redes sociais os clientes espontaneamente e sem qualquer estímulo direcionado lhe darão opiniões valiosas sobre o que pensam dos seus produtos, serviços e principalmente a melhor e pior forma de utilização dos mesmos.

    Diversas pesquisas apontam que mais de 1 bilhão de pessoas no mundo utilizam redes sociais e o brasileiro é um dos que mais acessam. Segundo pesquisa realizada este ano pela Nielsen, provedora global de informações e insights sobre consumidores, o desejo de dar opiniões sobre produtos e serviços é citado por 68% dos usuários de redes sociais, ou seja, cada vírgula que sua empresa posta nas redes sociais impacta um número exorbitante de pessoas.Comece pensando nisso!

    2º – Atuar como uma “Central de Atendimento ao Cliente”. Por meio das redes sociais a empresa saberá antes de qualquer outro meio as maiores verdades e as coisas urgentes e importantes que deve saber. E não adianta a preocupação de antecipar-se aos problemas, afinal eles simplesmente aparecem de onde menos se espera. Seja porque um funcionário no ponto de venda não tratou bem algum cliente, ou porque a mercadoria estava em falta ou até mesmo porque a empresa não se preparou para um bom serviço mesmo.

    Um pequeno deslize replicado para um número grande de clientes atuais e em potencial fez muitos executivos enxergarem o social business como uma ferramenta estratégica. Hoje são contratados profissionais de comunicação e marketing para desempenharem tal função, que necessariamente deve estar vinculada aos objetivos desses departamentos. De uns anos para cá foram criados muitos especializações e até pós-graduação para quem deseja atuar na área.

    Tenha profissionais capacitados!

    3º – Construir uma boa reputação para sua marca. De uma certa forma o terceiro item está atrelado aos outros dois, mas assim como toda ação de comunicação e marketing, as redes sociais precisam atender aos objetivos da empresa, ou seja, ao posicionamento e a imagem que deseja-se atingir, caso contrário nada disso faz sentido.

    Hoje existem várias formas interessantes de fazer publicidade nas redes sociais, a mais “normal” é a compra de mídia diretamente, onde a empresa coloca um botão, um banner, um link ou tweet patrocinado. Tem diversas vantagens: a primeira e mais importante é calcular o custo em uma quantia que caiba no tamanho do seu bolso; a segunda grande vantagem é que podemos medir facilmente e saber se está tendo ou não retorno sobre o investimento. Invista nas Redes Sociais!

    E se pararmos para pensar é essencial que a empresa tenha uma página no Facebook e um perfil no Twitter. Não são mais aceitos argumentos como: “Ah…estamos montando” ou “Estamos contratando uma empresa especializada para desempenhar esse papel”. Esqueça isso já! Aceite que as redes sociais são uma realidade e não dá para deixar de lado, correndo o risco da pena que pode ser alta.

    Uma empresa de alimentos, por exemplo, ao invés de publicar assuntos claramente publicitários como “compre nosso leite condensado”, pode criar alguns conteúdos informativos e ensinar a fazer um delicioso bolo, passar a lista de ingredientes e indicar onde comprar os produtos, tudo isso gratuitamente. O mundo da internet e, principalmente, das redes sociais está mudando muito rápido e é importante que sua empresa saiba como seguir as tendências.

    Temos uma equipe especializada para poder lhe auxiliar a traçar a melhor estratégia de marketing social!

  • 8 erros que você não deve cometer na sua Loja Virtual

    A Loja Virtual (e-commerce) é sem dúvida uma das grandes apostas dos comerciantes que buscam as melhores oportunidades, devido à facilidade de exposição de produtos dos mais variados tipos e preços e à rapidez com que se pode fechar uma compra.

    Tão dinâmico quanto uma compra presencial em uma loja, o e-commerce é hoje um dos canais de compra e venda mais utilizados. Se você deseja ingressar neste mercado, fique atento a essas dicas de erros mais comuns nos sites de e-commerce para trilhar o caminho do sucesso.

    Não pensar cuidadosamente no domínio

    Começando do básico, seu domínio precisa estar relacionado com o seu negócio ou com os produtos que você vende. Domínios com nomes estrangeiros, difíceis de se escrever ou que não chamem a atenção para o que você deseja oferecer trazem poucos resultados, uma vez que os mecanismos de busca não os listam como importantes. Se você vende calçados, por exemplo, seu domínio deve contar com esta palavra para que seja melhor integrado pelos mecanismos de busca como Google, Yahoo, Bing, entre outros.

    Se desleixar no design

    Sim, você vende produtos, mas não é por isso que todos eles devem constar na primeira página do seu site. Saiba separar seus produtos por categoria, deixando um layout limpo e agradável ao internauta. Coloque diversos filtros que possibilitem ao seu cliente encontrar o que ele realmente precisa, sem poluir o visual da sua vitrine virtual.

    Ter uma navegação confusa

    Cada vez mais a navegação de sites na internet  está se tornando intuitiva, ou seja, o uso de links para palavras-chave, a facilidade de se encontrar a informação, a rapidez com que essas informações são listadas, se tornam essenciais para que o cliente efetive uma compra e retorne mais vezes. Aposte na simplicidade, pois internet significa velocidade na conclusão de ações, inclusive vendas.

    Informação incompleta sobre o produto

    De nada adianta ter produtos extremamente bons se você não sabe descrevê-los de forma adequada. Atualmente os clientes e consumidores buscam informações detalhadas sobre os produtos antes de comprá-los. Por isso, saia na frente de seus concorrentes e dê ao seu público tudo o que ele quer e precisa saber sobre cada produto vendido no seu site. As chances de que ele efetive a compra no ato são muito maiores.

    Produto indisponível

    Nada mais frustrante para um cliente do que entrar em um site que oferece o produto que ele está buscando e ter aquela mensagem “produto indisponível” ou “produto em falta” ou “clique aqui para ser avisado quando o produto estiver disponível”. Se o seu site funciona desta maneira, tenha a certeza de que você está perdendo muitos clientes. Prefira retirar o produto do site quando este estiver em falta, assim você não cria expectativas no seu cliente para depois frustrá-las.

    Dificultar o fechamento da compra

    Na hora de fechar a compra, o cliente quer rapidez e agilidade, não preencher cadastros intermináveis, onde ele tem que mencionar até o nome dos pais e avós. Solicite os dados básicos para o fechamento da compra e, posteriormente, utilize o e-mail marketing como forma de obter mais dados para o seu CRM. Respeito e credibilidade se constroem com uma comunicação assertiva.

    Não contar com mais de uma forma de pagamento

    O cliente escolheu o produto, preencheu todo o seu cadastro e, lá no fim, descobriu que a sua empresa trabalha apenas com uma bandeira de cartão de crédito ou apenas com boleto bancário. Pronto, você perdeu a sua venda. As pessoas buscam facilidade de compra, opções de pagamento, diversidade de bancos e cartões de crédito. Claro que isso dá mais trabalho para a sua empresa, mas também garante que seus clientes não deixarão de comprar com você por causa de algo tão banal. Invista na diversidade.

    Falta de opções de SAC

    Seu e-commerce deve contar com canais de atendimento ao consumidor. E quanto mais formas do possível comprador se comunicar, melhor. Mesmo que você disponibilize número de telefone e e-email, é essencial possuir um canal de chat para que o cliente sane a dúvida ali mesmo e não desista da compra. E lembre-se de que as foras de contato devem estar visíveis para o cliente.

    Vender engloba muito mais do que oferecer produtos de qualidade a um bom preço. Você precisa disponibilizar excelentes ferramentas para facilitar a navegação do cliente e deixá-lo seguro para fechar a compra. Mas para permitir que o cliente conte com isso, você precisa de uma plataforma de e-commerce que atenda bem às suas necessidades.

     

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